A editora Malaia Media Mulia concordou em revisar seu programa de licença remunerada que envolve quase 100 funcionários. A empresa considera alternativas ao corte de pessoal como parte dos esforços para reestruturar seu modelo de negócios. O diretor e chefe financeiro Abd Wahid Idris afirmou que a companhia permanece em discussões sobre diversas opções.

A reunião com o ministro das Comunicações Datuk Seri Fahmi Fadzil ocorreu no Parlamento em 5 de novembro. O objetivo imediato é realizar uma avaliação abrangente para identificar a melhor maneira de reestruturar o modelo de negócios. Algumas ajustes ou mudanças podem ser feitos aos planos existentes após novas discussões com o ministro das Comunicações.

A reunião durou mais de uma hora e contou com a presença do diretor-geral do Departamento de Radiodifusão Ashwad Ismail. Também presentes estavam Raveena Nagotra, diretora da MMM Media Practice Reform, e o consultor Eddy Aziz. O ministro Fahmi havia dito anteriormente que organizações de mídia com dificuldades operacionais e financeiras devem buscar discussões para assistência.

A MMM pediu em 4 de novembro à Media Mulia para salvaguardar os direitos, a transparência e o bem-estar dos seus funcionários. Relatos indicam que a Aurora Mulia detém 70% da propriedade da empresa enquanto a Opulence Global Asia possui 30%. A reestruturação envolve os jornais Utusan Malaysia e Kosmo! conforme solicitado pela MMM após o exercício de reestruturação.

Opinião pessoal de

A opinião a seguir é pessoal de Ilana Roberta e não representa a opinião do MundoTrader.

Considero acertado revisar o programa de licença para evitar cortes que fragilizam a renda dos quase 100 funcionários envolvidos. A manutenção da força laboral permite que a empresa preserve sua capacidade operacional sem depender imediatamente de novos financiamentos externos. Vejo como prudente buscar alternativas ao despedimento, pois a redução drástica de pessoal pode comprometer futuras receitas e margens operacionais. Prefiro acompanhar os ajustes estruturais internos antes de qualquer decisão externa, já que a saúde financeira depende da execução cuidadosa desses planos.