De acordo com o G1, a Procuradoria-Geral da República recomendou a manutenção das prisões de familiares e colaboradores do controlador do liquidado Banco Master. O órgão chefiado por Paulo Gonet avaliou que os fundamentos que justificaram a imposição das medidas cautelares continuam válidos, cabendo ao presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, deliberar sobre os pedidos de revogação pendentes.

O posicionamento surge em meio à paralisação das ações na presidência da corte, que concentrou os processos após divergências institucionais na condução do caso. Na mesma peça jurídica, a Procuradoria manifestou apoio ao pedido da Ordem dos Advogados do Brasil para resguardar o sigilo profissional de comunicações mantidas entre advogados e clientes colhidas durante a apuração.

Fonte: G1 Política · 19/10/2026