Declarações de Daniella Marques, assessora da equipe econômica de Flávio Bolsonaro, provocaram controvérsia na reta final da disputa eleitoral ao mencionar uma regra de transição de dois anos para beneficiários do Bolsa Família que conseguirem emprego formal ou iniciarem negócios, noticiou o JOTA. A oposição rebateu interpretações adversárias e esclareceu que a intenção da proposta é prorrogar o prazo de proteção de quem eleva a renda, e não desligar cadastrados.

A repercussão do tema gerou reações da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva nas redes sociais, em um momento em que os programas de transferência de renda ganham centralidade no debate público. Paralelamente às discussões eleitorais, o governo federal adiantou os repasses do benefício em outubro sob a justificativa de socorrer famílias afetadas pelas condições climáticas do El Niño.

Fonte: JOTA · 19/10/2026