Perú foi elevado a socio bilateral no Programa de Infraestructura Fundacional em setembro último. O programa trata do Uso Responsável da Tecnologia de Reactores Modulares Pequenos First. Autoridades peruanas e norte-americanas estão reunidas em Lima em novembro 2026.
Guillermo Shinno é o ministro de Energia e Minas do Peru. Thomas DiNanno é subsecretário de Estado para Controle de Armas e Segurança Internacional dos EUA. Bernie Navarro é o embaixador dos Estados Unidos no Peru.
Os agentes suscreveram um memorando de entendimento sobre cooperação nuclear civil. O Instituto Peruano de Energia Nuclear IPEN opera o reator de pesquisa RP-10 com segurança. A hoja de ruta visa a incorporacao da energia nuclear na matriz energetica ate 2040.
Os lineamentos seguem as diretrizes do Organismo Internacional de Energia Atómica IAEA. Reactores modulares pequenos SMR possuem capacidade de potencia de ate 300 MW(e) por unidade. A capacidade dos SMR representa cerca de um tercio da geracao de reatores nucleares tradicionais.
Opinião pessoal de Mariana Almeida
A opinião a seguir é pessoal de Mariana Almeida e não representa a opinião do MundoTrader.
Considero acertado o avanço bilateral, pois a cooperação nuclear civil segue diretrizes rigorosas do IAEA para segurança operacional. A capacidade limitada dos reatores modulares dependerá de investimentos futuros antes de impactar significativamente a matriz energética peruana. Prefiro acompanhar a execução técnica das instalações no IPEN, já que a operação segura é condição prévia para qualquer expansão. Vejo como prudente focar na sustentabilidade financeira do projeto, pois benefícios econômicos só ocorrerão se houver continuidade dos investimentos.
