De acordo com o G1 Economia, as marcas de café das linhas tradicional e extraforte tiveram a proporção de grãos modificada pela indústria nacional. O café arábica, historicamente hegemônico nas misturas por seu perfil suave e aroma característico, começou a perder espaço para o conilon, que possui corpo mais denso e maior concentração de cafeína.
A transição é explicada pelo aumento de custos associado ao cultivo do grão arábica, que possui grande sensibilidade a variações de temperatura, secas, tempestades fora de época e geadas. Em contrapartida, conforme fontes do setor consultadas pela matéria, o conilon apresenta resistência superior às intempéries do tempo, tornando-se economicamente mais favorável para a produção industrial em larga escala.
Fonte: G1 Economia · 16/10/2026
