A tokenização transforma um ativo real em registro digital na rede blockchain. O processo cria certificado seguro que representa pedaço exato de empresa famosa. Investidores negociam esses pedaços sem horários restritos das bolsas tradicionais. Tokens digitais permitem usar ações como garantia para empréstimos automatizados.

O sistema é respaldado por ações reais guardadas em instituição regulada internacionalmente. Ações da mineradora Vale entraram na lista de ativos tokenizados na rede Base. Coinbase desenvolveu a infraestrutura da rede blockchain Base para essa listagem. Investidores guardam o papel representado pelo código VALEc em carteiras digitais.

O anúncio ocorreu na quarta-feira (28) pelo perfil oficial da comunidade brasileira. O novo lote inclui Santander, AB InBev e Unilever além da Vale. No explorador BaseScan o contrato inteligente soma 4.380 unidades distribuídas entre 97 endereços. O contrato acumula 1.352 transferências nos registros do explorador de blocos.

A plataforma lançou o sistema em agosto de 2026 com nomes como Apple e NVIDIA. O sistema opera sob o padrão técnico B20 na rede blockchain. Cada unidade digital corresponde a uma fração real mantida na proporção exata de um para um. Formadores institucionais enviam ativos para a corretora e custodiante Alpaca.

Opinião pessoal de

A opinião a seguir é pessoal de Lucas Pereira e não representa a opinião do MundoTrader.

Considero acertado que a tokenização da Vale ofereça acesso democratizado, mas o mecanismo depende de liquidez futura na rede Base. A fração exata de ações guardadas em custódia regulada permite empréstimos automatizados, contudo não garante estabilidade imediata para investidores menores. Prefiro acompanhar as transferências no explorador de blocos pois elas revelam a execução real do contrato inteligente sem promessas de retorno. A listagem na rede Base expande o universo de ativos digitais, mas a saúde financeira da mineradora permanece separada desse registro digital.