A Kalshi recebeu US$ 1 bilhão em nova rodada de investimentos. A empresa foi avaliada em US$ 40 bilhões após o aporte. Há pouco mais de cinco meses, a valoração era de US$ 22 bilhões.
A plataforma permite apostas sobre eleições e eventos esportivos. A estratégia visa ampliar atuação para outros produtos financeiros. A Reuters indica concorrência com bolsas como a CME Group. Neste ano, contratos futuros perpétuos foram lançados sem data fixa.
A oferta inicial incluiu criptomoedas e depois índices de ações. O volume anualizado de negociações supera US$ 1 trilhão. A receita anualizada fora do mercado esportivo ultrapassou US$ 1 bilhão. As gestoras Sequoia e Wellington lideraram a nova rodada de investimento.
Os recursos destinam-se ao desenvolvimento de novos produtos financeiros. A presença internacional foca na América Latina e na Europa. O procurador-geral de Utah apresentou acusações criminais nesta semana. No Brasil, o governo proibiu apostas sobre eventos políticos desde abril.
Opinião pessoal de Mariana Almeida
A opinião a seguir é pessoal de Mariana Almeida e não representa a opinião do MundoTrader.
O aporte de Kalshi sugere expansão viável, mas a concorrência com bolsas exige cautela na execução futura. Avalio que o crescimento dependerá da capacidade de diversificar produtos sem comprometer a estabilidade operacional. Considero acertado focar em novos mercados financeiros, pois isso reduz riscos concentrados no setor esportivo atual. Prefiro acompanhar a evolução da receita fora do esporte, já que indica sustentabilidade além dos eventos temporários.
