Richard Teng co-CEO da Binance afirmou saúde financeira muito sólida em 3 de novembro. Uma análise pós-incidente do roubo cibernético de US$6,3 bilhões será divulgada no momento oportuno. Os fluxos de entrada e saída por hora praticamente se normalizaram durante o evento da Fintech Week.
95% dos tokens afetados foram repostos após a corretora ter sido alvo do roubo financeiro. A reserva de emergência do Fundo de Ativos Seguros para Usuários cobriu as perdas. Outros fundos da empresa também cobriram as perdas além da reserva de emergência mencionada. Os 5% restantes dos tokens afetados são tokens menos líquidos segundo declaração de Teng.
A Binance trabalha com provedores de mercado de balcão para restaurar os tokens menos líquidos. Clientes retiraram um valor líquido de US$4,72 bilhões até segunda-feira conforme informado anteriormente. Esse valor representa cerca de 3% dos ativos na plataforma segundo análise da Binance. A maioria dos saques foi feita na stablecoin USDT da Tether segundo informação da corretora.
A Coreia do Norte rejeitou acusações de ser responsável pelo roubo de mais de US$6 bilhões em ativos criptográficos. Segundo registros da blockchain, a maioria do roubo aconteceu em aproximadamente 20 minutos. A Binance possui mais de 335 milhões de usuários em todo o mundo com volume médio diário de negociações de US$95 bilhões.
Opinião pessoal de Mariana Almeida
A opinião a seguir é pessoal de Mariana Almeida e não representa a opinião do MundoTrader.
A reposição de 95% dos ativos demonstra solidez financeira, mas os 5% restantes exigem monitoramento cauteloso da liquidez. O mecanismo de cobertura via fundos de emergência protege o caixa imediato, porém não garante recuperação total sem riscos operacionais. Considero acertado observar a normalização dos fluxos horários como indicador real de estabilidade antes de qualquer conclusão definitiva. Prefiro acompanhar a execução da restauração dos tokens menos líquidos, pois isso define a sustentabilidade futura da plataforma.
