Segundo apuração publicada pelo ZeroHedge, declarações e documentos programáticos de forças partidárias da Alemanha e da França trouxeram alívio passageiro ao mercado europeu de títulos públicos. Na Alemanha, um estudo do partido AfD propôs reformular a União Europeia em torno de um modelo de cooperação entre países soberanos, descartando saídas formais do bloco, mas exigindo o fim do financiamento governamental indireto por meio do Banco Central Europeu e maior disciplina fiscal individual.

Simultaneamente, na França, a líder oposicionista Marine Le Pen apresentou um plano orçamentário que prevê cortes de despesas expressivos até 2032 e propõe reduzir em cerca de 64% as contribuições líquidas do país ao orçamento de Bruxelas. O ZeroHedge assinala que essas posições conjuntas criam forte resistência política aos projetos de expansão do orçamento plurianual liderados pela Comissão Europeia sob a gestão de Ursula von der Leyen.

Fonte: ZeroHedge · 17/10/2026