A gestora Kinea avalia que o próximo presidente do Brasil terá o desafio de liderar um dos planos de consolidação fiscal mais severos desde a redemocratização para interromper a trajetória da dívida pública, conforme noticiado pelo Money Times.

A casa de investimentos calcula que o esforço fiscal exigido alcance entre 2 e 3 pontos percentuais do Produto Interno Bruto brasileiro, patamar semelhante ao implementado no ano de 1999, porém com limites mais estreitos para manobra.

Fonte: Money Times · 13/10/2026