Os recursos direcionados para a infraestrutura de inteligência artificial têm contribuído para sustentar a expansão econômica global em cerca de 3%, mesmo com os impactos negativos decorrentes de dificuldades energéticas. A constatação foi apresentada pela diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional, Kristalina Georgieva, durante eventos realizados em Bangcoc, na Tailândia, conforme noticiado pela Revista Oeste.
De acordo com a dirigente, a Ásia desponta como uma das regiões mais beneficiadas pela concentração de fabricantes de componentes e equipamentos tecnológicos essenciais. A instituição estima que a ampliação desses aportes pode elevar o ritmo de crescimento de nações asiáticas desenvolvidas em até um ponto percentual, além de trazer ganhos de 0,2 a 0,8 ponto percentual para as economias emergentes.
A diretora do FMI ressaltou ainda as transformações esperadas nas estruturas corporativas e no mercado de trabalho mundial, projetando que cerca de 40% das ocupações globais e até 60% nas economias maduras serão modificadas, aprimoradas ou substituídas pela tecnologia. Lideranças como o presidente do Banco Mundial, Ajay Banga, e o presidente de Singapura, Tharman Shanmugaratnam, também apontaram os desdobramentos da inovação sobre a produtividade setorial e a inserção profissional.
Fonte: Revista Oeste Economia · 13/10/2026
