Uma investigação sobre o DNA de Jonathan, uma tartaruga-gigante estimada em 194 anos, revelou fatores genéticos que podem ajudar a ciência a compreender os mecanismos da longevidade, conforme noticiado pela Exame. O animal, que vive na ilha de Santa Helena, território britânico localizado no Atlântico Sul, é considerado o mais velho entre os vertebrados terrestres vivos catalogados.
Segundo o periódico, os dados obtidos a partir do material biológico do réptil abrem caminho para que cientistas investiguem formas de desacelerar o envelhecimento em seres humanos, a partir do estudo dos processos celulares associados à longevidade incomum da espécie.
Fonte: Exame · 09/10/2026
