Na tarde da terça-feira dia três, o dólar à vista subiu 0,88% e atingiu a cotação de R$ 5,4921. O índice Ibovespa registrou queda de 1,56% e fechou com valor total de 165.306 pontos. Todas as ações classificadas como blue chips apresentaram desempenho negativo no pregão da tarde.

As ações ordinárias da Petrobras sofreram baixa de 3,03% durante a sessão de negociação. As ações preferenciais da Petrobras recuaram 3,68% no mesmo período de mercado brasileiro. Os juros futuros avançaram até 30 pontos-base nos vencimentos mais distantes do contrato. O contrato para janeiro de 2028 estava cotado a uma taxa de 14,610%.

O contrato para janeiro de 2033 atingiu a marca de 15,570% na tarde da terça-feira. Em Nova York, o Dow Jones operou em queda de 0,36% nesta sessão internacional. O índice S&P 500 registrou alta de 0,51% enquanto as bolsas americanas operavam mistas. O Nasdaq avançou 0,96% impulsionado pela recuperação das empresas de tecnologia.

A empresa AMD subiu 5% após a retomada do setor de tecnologia em Nova York. A Nvidia ganhou 3,1% de valorização no pregão das bolsas americanas. A Microsoft avançou 2,2% seguindo a tendência de recuperação dos techs. A Apple recuou 1,8% depois de apresentar seu balanço financeiro mais recente.

Opinião pessoal de

A opinião a seguir é pessoal de Ana Santos e não representa a opinião do MundoTrader.

Considero a queda do Ibovespa como reflexo direto da perda de liquidez no setor energético, dado o recuo das ações da Petrobras. O aumento dos juros futuros sugere que o crédito ficará mais caro, o que pode limitar investimentos em projetos de longo prazo. Vejo como prudente acompanhar a evolução do dólar, pois sua valorização impacta diretamente as margens das empresas exportadoras brasileiras. A recuperação tecnológica nos EUA não garante crescimento imediato aqui, já que os setores locais dependem de condições domésticas específicas.