Segundo dados divulgados pelo Banco Central e noticiados pela Revista Oeste, o contingente de cidadãos em situação de risco financeiro alcançou 20,3 milhões em meados de 2026, representando uma alta expressiva nos últimos cinco anos. Essa parcela equivale a cerca de 17% dos participantes do sistema de crédito do país, sendo impulsionada pelo uso de modalidades que cobram juros elevados, como faturas rotativas e crédito individual.
Os indicadores oficiais demonstram que as famílias com rendimentos inferiores a dois salários mínimos concentram a maior pressão orçamentária, destinando parcela substancial da renda para quitar despesas correntes de financiamento. Em resposta a esse quadro, a autoridade monetária sinalizou a intenção de restringir ofertas abusivas e determinou mecanismos para permitir que os clientes bloqueiem contatos promocionais de novas linhas financeiras.
