O canal de mensagens Exército do Lula, mantido no aplicativo WhatsApp com mais de 4 milhões de inscritos, teve suas operações interrompidas após determinação do presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Kassio Nunes Marques. De acordo com o G1, o magistrado reconheceu que a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva regularizou o endereço eletrônico da plataforma, mas estabeleceu a obrigatoriedade de cumprir um período de espera de 48 horas para que o serviço possa publicar novas atualizações e receber integrantes.

A restrição ocorreu no âmbito de uma ação movida pela campanha do candidato Flávio Bolsonaro, que questionou a conformidade do grupo e apontou a circulação de desinformação. O espaço é gerido pelo deputado federal André Janones, cuja assessoria jurídica declarou ao tribunal ter efetuado o registro apenas para atender à ordem judicial, sustentando que a ferramenta não integra a estrutura oficial de comunicação direta da chada eleitoral.

Fonte: G1 Política · 14/10/2026