O deputado federal André Janones afirmou que o canal de mensagens Exército do Lula superou quatro milhões de participantes em meio a questionamentos legais movidos pela campanha de Flávio Bolsonaro. A representação da chapa adversária sustentava que o espaço compartilhava conteúdos falsos associando o senador a milícias e lavagem de dinheiro.

Um relatório técnico do Tribunal Superior Eleitoral informou que não encontrou tais publicações entre as mensagens analisadas, embora tenha observado que itens deletados poderiam estar indisponíveis. A controvérsia foi considerada concluída pelo ministro Kassio Nunes Marques após a equipe eleitoral de Lula oficializar o registro do canal perante a Justiça Eleitoral.

Fonte: Diário do Centro do Mundo (DCM) · 13/10/2026