Sobreviventes do ataque a tiros ocorrido em 2009 na base militar de Fort Hood elogiaram a decisão do presidente Donald Trump de suspender os planos de transmitir ao vivo a execução de Nidal Hasan. Hasan, condenado pela morte de 13 pessoas e por ferir dezenas, permanece com a execução por pelotão de fuzilamento agendada para 3 de dezembro de 2026, mas o acesso presencial foi limitado aos parentes imediatos das vítimas.

Segundo informações divulgadas pela Fox News, a transmissão pública havia sido proposta inicialmente pelo secretário de Guerra, Pete Hegseth. Trump declarou na rede Truth Social que, embora considerasse a veiculação um possível elemento de dissuasão global contra ações terroristas, decidiu acatar as manifestações de pessoas contrárias à exibição pública da morte de Hasan.

Integrantes atingidos no episódio afirmaram à emissora que a transmissão transformaria a aplicação da pena de morte em um espetáculo televisivo nocivo à saúde mental da população. Além disso, sobreviventes apontaram que as imagens poderiam ser exploradas por grupos como al-Qaeda e Estado Islâmico para fins de propaganda e recrutamento.

Fonte: Fox News Politics · 15/10/2026