De acordo com o JOTA, o Tribunal de Contas da União determinou que o Ministério de Minas e Energia e o Conselho Nacional de Política Energética definam o destino da usina nuclear Angra 3, que segue paralisada há mais de uma década. A deliberação estipula um limite de 120 dias para o ministério repassar relatórios técnicos ao conselho, que disporá de outros 120 dias para decidir entre terminar ou descontinuar o empreendimento de forma programada.
O processo relatado pelo ministro Benjamin Zymler destacou que a ausência de posicionamento gerou despesas de 2,5 bilhões de reais à Eletronuclear entre 2024 e meados de 2026 para a conservação das estruturas e a liquidação de dívidas. Levantamentos atualizados estimam a necessidade de aproximadamente 24 bilhões de reais para a finalização do projeto e entre 22 bilhões e 26 bilhões de reais para uma eventual desistência das obras.
