Segundo reportagem da Exame, os papéis da Suzano negociados no mercado norte-americano conseguiram limitar as desvalorizações observadas após o desfecho eleitoral no Brasil. O desempenho contrasta com o de outros segmentos locais cotados em Nova York, como bancos, empresas de petróleo e companhias de tecnologia financeira, que sofreram baixas de dois dígitos.

A resiliência da companhia é atribuída à sua ampla atuação no exterior e à composição de suas receitas, que são concentradas em moeda norte-americana. Essa estrutura permitiu amortecer os impactos que atingiram negativamente as ações de emissores brasileiros no exterior.