O segmento de combustíveis formulou um conjunto de demandas à Presidência da República e ao Parlamento para fortalecer o enfrentamento a adulterações, fraudes e à penetração de organizações criminosas na atividade, informou o G1. Dentre as recomendações figuram o fortalecimento do quadro técnico da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e o adiantamento do regime monofásico de tributação para o etanol hidratado, visando inibir brechas de evasão fiscal.
Dirigentes de entidades da área, como a Fecombustíveis e a Fenepospetro, defenderam a manutenção de forças-tarefa integradas entre o poder público e o empresariado, além de demandarem mais rapidez nas penalidades judiciais. Os porta-vozes também reforçaram a urgência de aprimoramentos regulatórios para a revenda e a implantação de mecanismos tecnológicos atualizados para verificação do abastecimento na ponta consumidora.
