A Revista Oeste Economia relata que o indicador de risco-país do Brasil alcançou o nível mais expressivo desde junho do ano passado, ao saltar 26% e atingir 151,7 pontos na métrica de CDS de cinco anos. O movimento ocorreu logo após a divulgação do resultado do segundo turno das eleições presidenciais de 2026, no qual Lula foi reeleito com 51,79% dos votos válidos contra 48,21% de Flávio Bolsonaro.
O instrumento atua como seguro contra calotes soberanos e reflete avaliações sobre estabilidade institucional e contas públicas. O veículo informa ainda que análises do Morgan Stanley apontam a probabilidade de novas elevações no risco soberano e alertam para o patamar cambial em caso de aumento das incertezas no âmbito fiscal.
