Segundo informações publicadas pelo Brasil 247 a partir de relatório da Sport & Rights Alliance, a gestão da Fifa priorizou ganhos financeiros em detrimento de compromissos com direitos humanos na Copa do Mundo de 2026. O documento argumenta que a organização transferiu responsabilidades excessivas às autoridades de Estados Unidos, México e Canadá, sem fornecer diretrizes adequadas ou fiscalização diante de dificuldades e restrições migratórias sofridas por jornalistas e torcedores.

O secretário-geral da Fifa, Mattias Grafström, respondeu que o estudo aponta pontos relevantes e adiantou que a própria entidade divulgará um balanço com dados contextuais e sustentabilidade do torneio. A organização responsável pelas críticas enfatizou a relevância de rever diretrizes e critérios antes da realização da Copa do Mundo Feminina marcada para 2027 no Brasil.

Fonte: Brasil 247 · 13/10/2026