A arrecadação de receitas da União atingiu a marca de R$ 239,4 bilhões no mês de setembro, registrando avanço real de 5,62% frente ao mesmo período do ano anterior já corrigido pela inflação, segundo informações divulgadas pela Agência Brasil Economia a partir de dados da Receita Federal. No intervalo de janeiro a setembro, o volume acumulado somou R$ 2,351 trilhões, o que representa crescimento real de 6,97%.

O desempenho positivo foi sustentado pelo comportamento de tributos como a contribuição previdenciária, PIS/Cofins, IRPJ/CSLL, além do Imposto de Renda Retido na Fonte sobre rendimentos de capital e da taxação sobre exportações de petróleo bruto. A arrecadação associada à Previdência contabilizou R$ 64,6 bilhões no mês, influenciada pela ampliação da massa salarial, crescimento na arrecadação do Simples Nacional e processos de reoneração da folha de pagamento.

Os tributos vinculados a operações de importação também apresentaram elevação expressiva de 21,07% no período, impulsionados pela atividade importadora e reajustes em alíquotas efetivas. Já as retenções fiscais sobre aplicações de renda fixa e dividendos geraram R$ 12,06 bilhões em setembro, mantendo trajetória de alta no fechamento dos nove meses avaliados.