Conforme reportado pela Exame, uma análise do Goldman Sachs indica que o diesel comercializado pela Petrobras pode sofrer uma correção de até cinquenta por cento no período posterior às eleições. O estudo aponta uma defasagem de vinte e um por cento nos preços em comparação com o mercado internacional.
O relatório citado ainda destaca que o percentual de reajuste pode ser ampliado caso a estatal opte por compensar as perdas acumuladas ao longo do ano.
