De acordo com o Diário do Centro do Mundo, a equipe econômica da candidatura de Flávio Bolsonaro avaliou medidas de ajuste fiscal estimadas em 250 bilhões de reais. Entre as diretrizes discutidas estão a redução de pelo menos dez ministérios, a implantação de uma nova regra para contenção de despesas e a alteração da sistemática que reajusta os pisos de saúde e educação, passando a corrigi-los pela inflação em vez do crescimento da receita federal.

O plano também prevê a expansão da contratação de leitos e serviços privados pelo Sistema Único de Saúde, adoção de vouchers escolares na ausência de vagas públicas e maior flexibilidade em acordos trabalhistas. Diante de repercussões, integrantes da campanha descartaram desvincular aposentadorias de reajustes reais e negaram planos de privatização da Petrobras, do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal.

Fonte: Diário do Centro do Mundo (DCM) · 09/10/2026