Segundo dados do IBGE repercutidos pelo Diário do Comércio, a prévia inflacionária na Região Metropolitana de Belo Horizonte registrou alta de 0,59% em outubro. O indicador situou a localidade com o segundo índice mais elevado entre as onze regiões que compõem a pesquisa oficial.
O comportamento dos preços foi influenciado substancialmente pelo encarecimento dos combustíveis e pela valorização de 16,7% no grupo de raízes, tubérculos e legumes. No resultado apurado ao longo de 2026, o IPCA-15 da Grande BH acumulou 4,19%, posicionando-se acima da taxa nacional de 4,15%.
