Conforme publicação do Jornal GGN, a Polícia Federal e entidades de direitos humanos acionaram o Supremo Tribunal Federal e a Procuradoria-Geral da República solicitando investigação contra Daniel Vorcaro, criador do Banco Master. O pedido baseia-se em alegações de tráfico de pessoas para exploração sexual, facilitação de prostituição e corrupção de menores.
As apurações policiais apontam mensagens em que o banqueiro articularia o recrutamento de mulheres estrangeiras para eventos sociais privados no Brasil e no exterior, que teriam como objetivo a aproximação com autoridades. Gastos logísticos com os encontros envolveriam faturas milionárias emitidas por empresa no exterior e direcionadas ao braço financeiro da instituição, processo apurado separadamente de denúncias de fraudes no banco.
A defesa de Daniel Vorcaro rechaçou as acusações por meio de nota oficial, classificando o pedido de inquérito como absurdo, difamatório e sem base em elementos concretos. Outro citado nos relatórios da polícia declarou prestar somente apoio logístico a viagens e reuniões, sem contratação de mulheres para os eventos.
