Uma análise pericial da Polícia Federal identificou gravações feitas no interior do plenário do Senado no celular da porteira Nailze Aparecida Ribeiro Silva, condenada pelo Supremo Tribunal Federal pelos atos de 8 de janeiro. O registro contradiz uma carta encaminhada por ela à Procuradoria-Geral da República no final de 2023, na qual pedia acordo penal afirmando ter permanecido somente na área externa do espelho d'água sem entrar em edifícios públicos.
Diante da constatação dos vídeos no aparelho, o órgão ministerial ampliou a acusação inicial para incluir crimes como golpe de Estado e dano qualificado a patrimônio tombado. O julgamento virtual no STF resultou em uma condenação que totaliza 14 anos de pena privativa de liberdade, além do pagamento solidário de danos morais coletivos, com mandado de prisão expedido pelo ministro Alexandre de Moraes e ainda pendente de cumprimento, conforme apuração repercutida pelo Diário do Centro do Mundo.
Fonte: Diário do Centro do Mundo (DCM) · 10/10/2026
