A Revista Oeste relata que o Morgan Stanley rebaixou a avaliação dos papéis brasileiros para neutra em seu portfólio latino-americano. Os analistas Nikolaj Lippmann e Julia Nogueira justificam a decisão pela perspectiva de manutenção da política econômica, elevação de riscos orçamentários, taxas de juros elevadas e desaceleração na atividade.
Diante desse cenário, a instituição redirecionou a preferência para empresas voltadas ao mercado exterior e com receitas atreladas a moedas estrangeiras, ampliando alocações em nomes como Vale, Embraer, JBS e Suzano, enquanto reduziu fatias de companhias como B3, BTG Pactual, XP, Nubank, Mercado Livre e Sabesp.
Na mesma análise para a região, a entidade financeira optou por sustentar uma recomendação favorável para Chile e Argentina, com foco setorial prioritário voltado para commodities, energia e setor imobiliário.
