A Meta declarou que falhas de ordem técnica causaram a redução do alcance de postagens da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em suas redes sociais. A companhia negou categoricamente as acusações de que estaria privilegiando publicações ligadas à candidatura de Flávio Bolsonaro, ressaltando o cumprimento de normas eleitorais e sustentando que as instabilidades não foram exclusivas a contas ou ao território brasileiro.
A manifestação ocorreu após a coligação petista acionar o Tribunal Superior Eleitoral e a Autoridade Nacional de Proteção de Dados, apontando indícios de interferência no pleito nacional. Segundo levantamento da equipe de Lula, o perfil de seu adversário registrou engajamento expressivamente superior, apesar de deter uma base menor de seguidores nas plataformas.
Diante do quadro apresentado pela defesa petista, o tribunal concedeu à empresa de tecnologia um prazo de 48 horas para fornecer esclarecimentos detalhados sobre as oscilações e os critérios de distribuição do conteúdo eleitoral.
Fonte: Brasil 247 · 11/10/2026
