De acordo com informações da Revista Oeste baseadas no Relatório Focus do Banco Central, analistas do mercado financeiro reduziram a projeção para o IPCA de 2026 de 5,22% para 5,19%. Apesar da ligeira queda, o índice projetado permanece acima do teto estipulado pelo Conselho Monetário Nacional, cuja meta central é de 3% com margem de tolerância até 4,5%. Paralelamente, a expectativa de avanço do Produto Interno Bruto para este ano teve uma leve retração, passando de 1,83% para 1,80%.

Para os períodos seguintes, as projeções da inflação subiram para 4,34% em 2027 e permaneceram estáveis em 3,75% para 2028. Em relação ao crescimento econômico, o mercado revisou a estimativa de 2027 de 1,32% para 1,31%, enquanto a taxa para 2028 permaneceu em 1,81%, sucedendo o resultado consolidado pelo IBGE de 2,3% em 2025.

No panorama de juros e câmbio, a taxa Selic esperada para o encerramento de 2026 foi mantida em 13,25% ao ano, com previsões de recuo para 11,75% em 2027 e 10% em 2028. Já a cotação projetada para o dólar apresentou quedas sucessivas em todo o horizonte pesquisado, sendo estimada em R$ 5,05 para 2026, R$ 5,15 para 2027 e R$ 5,20 para 2028.