De acordo com análise publicada pelo ZeroHedge, as negociações de residências nos Estados Unidos operam cerca de um terço abaixo dos níveis registrados antes de 2020, atingindo volumes comparáveis aos observados em meados da década de 1990. Apesar da retração na quantidade de operações, os preços medianos continuam atingindo patamares históricos, gerando um cenário de imobilidade entre compradores e proprietários.

O estudo aponta que grande parte das hipotecas vigentes no país possui taxas de juros inferiores a 5%, desestimulando proprietários a vender imóveis para contratar financiamentos mais onerosos. O quadro de estagnação é agravado pelo déficit estrutural de habitações ao longo da última década e meia, somado ao encarecimento de despesas acessórias como seguros, tributos imobiliários e taxas condominiais.