Segundo informações publicadas pelo Diário do Centro do Mundo, as negociações financeiras no Brasil registraram alívio no pregão de terça-feira, marcado pela retração do dólar comercial e pelo avanço do Ibovespa. Essa dinâmica sucedeu um dia de expressiva aversão a risco no mercado, momento em que a confirmação da vitória de Luiz Inácio Lula da Silva e a derrota de Flávio Bolsonaro contrariaram expectativas de instituições financeiras que haviam precificado outro cenário.

O veículo apontou também que o movimento de correção atingiu as taxas de juros futuros e ativos de empresas brasileiras no exterior, amparado pela decisão do Tesouro Nacional de cancelar determinados leilões tradicionais. Em paralelo, o Banco Central publicou documento sobre estabilidade financeira no qual descartou riscos sistêmicos imediatos, mantendo monitoramento sobre os índices de inadimplência e endividamento.