De acordo com o portal Acionista, os débitos corporativos em situação de inadimplência no Brasil registraram uma alta de 14% de janeiro a maio de 2026, atingindo a marca de R$ 229,9 bilhões. Esse cenário tem fomentado a atuação de investidores no segmento de ativos distressed, no qual carteiras de crédito chegam a ser adquiridas com abatimentos que variam entre 70% e 90% em relação ao montante original.

Segundo informações da MA7 Capital repercutidas pela publicação, tais operações visam multiplicar o montante investido entre três e oito vezes. Entretanto, o sucesso financeiro dessa modalidade depende diretamente das garantias associadas, da viabilidade jurídica para reaver os valores e das condições efetivas de pagamento apresentadas pelas empresas devedoras.