Na fase final da corrida presidencial, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva elaborou uma carta direcionada ao público evangélico. No documento, o petista afirma que, embora não seja membro da denominação, compartilha a preocupação com a proteção familiar e atribui sua trajetória política a direcionamento e amparo divinos, segundo informações divulgadas sobre a mensagem.

A manifestação associa pautas de governo a costumes religiosos, sustentando que medidas como o fim da escala 6x1 permitiriam aos trabalhadores ter mais convivência doméstica e disponibilidade para participar de cultos e atividades nas igrejas. O texto também cita a proibição de apostas virtuais e rejeita alegações de que suas diretrizes políticas ameacem o funcionamento de templos religiosos, recomendando oração aos fiéis antes da definição do voto.

Paralelamente à carta, a campanha lançou um canal de comunicação no WhatsApp voltado aos cristãos. O espaço foi apresentado pelo vice-presidente Geraldo Alckmin e pelo advogado-geral da União, Jorge Messias, com o objetivo de concentrar compromissos de campanha direcionados a famílias e jovens.

Fonte: Revista Oeste (Política) · 14/10/2026