O presidente Luiz Inácio Lula da Silva expressou descontentamento com a resolução tomada pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Kassio Nunes Marques, que ordenou a interrupção do canal Exército do Lula na plataforma WhatsApp. Conforme publicado pelo Jornal GGN, a página, coordenada pelo deputado federal André Janones, contava com cerca de três milhões de membros e foi alvo de questionamentos judiciais durante a disputa do segundo turno presidencial contra Flávio Bolsonaro.

De acordo com a publicação, a determinação atendeu a uma representação da campanha adversária, sob a alegação de que a ferramenta distribuía de modo coordenado informações incorretas relativas a programas sociais e benefícios previdenciários. Embora tenha admitido a legitimidade de articulações políticas, o magistrado apontou a presença de conteúdos previamente desmentidos pela Corte e solicitou explicações da plataforma.

Em resposta à medida, Lula afirmou publicamente que a iniciativa representa um equívoco e declarou que seus representantes jurídicos vão recorrer. Segundo o veículo, o candidato que busca a reeleição sustentou que atos de seus aliados têm sofrido restrições desproporcionais e pediu que o processo eleitoral transcorra sem ingerências indevidas por parte do tribunal.

Fonte: Jornal GGN · 11/10/2026