Segundo a Revista Oeste, um levantamento do jornal O Estado de S. Paulo identificou que medidas anunciadas pela administração de Luiz Inácio Lula da Silva totalizam R$ 405 bilhões no calendário eleitoral. O montante contabilizado pela ferramenta compreende iniciativas como elevação da isenção de imposto sobre a renda, repasses assistenciais, programas de crédito e gratuidades tarifárias, além de despesas destinadas à publicidade estatal.

O periódico relata que especialistas em contas públicas alertam que a ampliação sucessiva dessas benesses impacta a dívida governamental e exigirá compensações orçamentárias futuras. Previsões técnicas oficiais encaminhadas ao Parlamento já projetavam necessidades de contenção de despesas para manutenção do arcabouço a partir de 2028, sem contemplar a totalidade dos compromissos recentemente divulgados na corrida eleitoral.

Em posicionamento registrado pela publicação, a Secretaria de Comunicação da Presidência da República rejeitou o enquadramento eleitoral dos valores desembolsados, sustentando que os programas são intervenções vitais destinadas à permanência escolar de jovens, salvaguarda do mercado de trabalho e contenção inflacionária.