O JPMorgan revisou para cima o preço-alvo das ações da Eneva de R$ 32 para R$ 36 com horizonte até o término de 2027, mantendo a recomendação de compra para o papel, reporta o Guia do Investidor. Segundo os analistas, a companhia se beneficia de previsibilidade operacional e de oportunidades no segmento de gás natural, com aproximadamente 80% de seu EBITDA contratado sob margens fixas até 2029.

O relatório reduziu a taxa de custo de capital próprio para 9% e projetou retorno de fluxo de caixa livre acima de 10% nos anos de 2029 e 2031. A avaliação apoia-se em reservas superiores a 45 bilhões de metros cúbicos de gás e infraestrutura já disponível para novas frentes de investimento.

O banco também estima que fusões e aquisições recentes somem cerca de R$ 2 bilhões em valor presente líquido ao negócio. Adicionalmente, caso os contratos de 790 megawatts da EPP recebam parecer regulatório favorável, a companhia poderá desbloquear outros R$ 3,6 bilhões em valor presente líquido.

Fonte: Guia do Investidor · 15/10/2026