O presidente da Indonésia, Prabowo Subianto, declarou que o país não aceitará intimidações diante da proposta da provedora de índices MSCI de rebaixar o mercado acionário local para o status independente, segundo informações divulgadas pela Fortune. A agência justificou a iniciativa citando suspeitas contínuas de negociações coordenadas e ausência de medidas regulatórias concretas. Caso confirmada até meados de 2027, a medida pode retirar a nação de indicadores globais relevantes, o que tem pressionado os índices de ações locais para baixo ao longo de 2026.

A movimentação do mercado ocorre em meio a descontentamentos internos com a gestão de Prabowo, marcada pela diminuição expressiva em seus índices de aprovação pública devido à situação econômica e à rejeição de programas governamentais, como a distribuição de refeições gratuitas e cooperativas comunitárias. Paralelamente, focos de queimadas florestais no território indonésio vêm gerando atritos diplomáticos na região, provocando alertas em países vizinhos em função da poluição gerada.

No campo financeiro internacional, a perspectiva de saída de capitais ampliou o clima de tensão política. Um ex-ministro do Comércio acusou fundos estatais de Singapura de atuarem para forçar a desvalorização de ativos locais, acusação que as entidades estrangeiras rechaçaram e que a própria liderança da Bolsa de Valores da Indonésia desconsiderou, reafirmando a independência dos órgãos que compilam índices internacionais.