Especialistas consultados pelo Estúdio JOTA manifestaram forte apreensão com os rumos do Imposto Seletivo previsto na reforma tributária. Segundo a publicação, o tributo obteve a avaliação mais baixa no levantamento Pulso da Reforma, em razão do atraso no envio do projeto ao Congresso Nacional e da perda de prazos constitucionais de anterioridade para vigorar já no início de 2027. Tributaristas ouvidos pelo veículo indicam que a ausência de definição pode reduzir a carga sobre itens como bebidas e tabaco na largada do novo sistema.
Paralelamente ao debate sobre o Imposto Seletivo, o Tribunal de Contas da União aprovou um percentual referencial de 11,3% para a Contribuição sobre Bens e Serviços, patamar superior ao inicialmente projetado por analistas. O texto relata que os cálculos da corte de contas devem ser remetidos ao Senado até o fim de outubro, passando a vigorar compulsoriamente se os parlamentares não delimitarem o índice até meados de dezembro.
