Segundo apuração da Fortune sobre a documentação de abertura de capital protocolada pela Anthropic, a companhia estabeleceu estruturas para equilibrar objetivos comerciais e compromissos com a segurança de inteligência artificial. Entre as regras, o Long-Term Benefit Trust detém a prerrogativa de indicar a maioria dos membros do conselho. Contudo, há exigências rigorosas para investidores externos recorrerem aos termos desse fundo, como a posse ininterrupta de pelo menos 10% do poder de voto de ações ordinárias específicas por no mínimo um ano.
A publicação destaca ainda os mecanismos operacionais internos da empresa, como as análises do Frontier Red Team contra riscos de ataques cibernéticos e a Política de Escalonamento Responsável, cujas decisões recaem sobre a liderança executiva e podem requerer anuência mútua do conselho e do trust. A Fortune avalia que o teste prático dessas proteções envolve delimitar com clareza a autoridade para interrupções técnicas, prover reserva financeira para suportar adiamentos e aplicar penalidades para eventuais descumprimentos de diretrizes.
