Segundo informações veiculadas pelo site O Cafezinho, uma análise divulgada pelo Goldman Sachs no dia do segundo turno aponta que a dimensão da vantagem eleitoral definirá a estabilidade pós-pleito. Para a instituição financeira, obter uma dianteira superior a quatro pontos percentuais garante ao vencedor um mandato político nítido.
Por outro lado, o documento repercutido pela fonte ressalva que um resultado excessivamente apertado traria instabilidade. Caso a distância entre os concorrentes fique abaixo de um ponto percentual, o banco prevê um aumento expressivo nas chances de questionamento formal do desfecho das urnas.
