O próximo mandatário do Palácio do Planalto terá a oportunidade de indicar até quatro novos integrantes para o Supremo Tribunal Federal, o que corresponde a mais de um terço do colegiado da Corte. O tema ganhou espaço nas campanhas eleitorais em meio a atritos institucionais e propostas para fixar mandatos temporários ou restringir os perfis dos magistrados, informa o Poder360.
A sequência de substituições começa pela cadeira deixada vaga por Luís Roberto Barroso desde a sua aposentadoria antecipada em 2025, posto que permaneceu sem preenchimento após o Senado rejeitar um nome indicado pelo Executivo em 2026.
Além dessa cadeira em aberto, o tribunal terá as aposentadorias compulsórias de Luiz Fux em 2028, Cármen Lúcia em 2029 e Gilmar Mendes no fim de 2030, quando completarem o limite legal de 75 anos. Para a posse definitiva, qualquer nome indicado pelo Executivo precisa obter aprovação por maioria absoluta no plenário do Senado após sabatina.
Fonte: Poder360 · 10/10/2026
