Um levantamento repercutido pela Exame indica que governos participantes de uma aliança internacional firmada na conferência de Glasgow reduziram em até 80% os subsídios estatais voltados a combustíveis fósseis, movimentação apurada às vésperas da realização da COP31. Os resultados são tratados pelo estudo como um avanço prático rumo à mudança na matriz energética mundial.

Apesar da desaceleração nos investimentos convencionais, o veículo ressalta que apenas 42% dos recursos subtraídos do setor fóssil tiveram como destino o financiamento de iniciativas focadas em fontes renováveis, evidenciando que grande parte do valor cortado não migrou de forma direta para a energia limpa.