A adesão ao Pix no Brasil entrou no radar de autoridades governamentais dos Estados Unidos e de Donald Trump devido a repercussões no setor financeiro, segundo aponta o G1. Desenvolvido para permitir transações imediatas e isentas de tarifas sem a necessidade de intermediários, o sistema desacelerou o faturamento de grupos empresariais globais, especialmente norte-americanos, que dependem das cobranças sobre operações eletrônicas e cartões de pagamento.

Conforme detalhado pela reportagem, a discussão ultrapassa o campo comercial e atinge dimensões estratégicas e ideológicas. Por se tratar de um arranjo público estruturado pelo Estado e assimilado em massa pela população, o mecanismo brasileiro passou a ser visto como uma opção viável aos modelos bancários tradicionais e às estruturas internacionais que concentram expressiva parcela das movimentações globais de recursos.