Cientistas do Centro de Inovação em Novas Energias (CINE), vinculados ao Instituto de Química de São Carlos da USP, utilizaram ferramentas computacionais de física quântica para entender o surgimento de dendritos em baterias de íons de sódio. Essas formações irregulares danificam os componentes e comprometem a segurança, limitando o avanço dessa tecnologia vista como alternativa às baterias de lítio.

A pesquisa focou na formação da interface de eletrólito sólido sobre o ânodo metálico, mapeando como defeitos microscópicos na superfície funcionam como pontos de alta reatividade. Segundo os autores citados pelo Poder360, o uso de sais que liberam fluoreto pode gerar uma camada protetora mais eficiente, bloqueando a proliferação dos dendritos e favorecendo o desempenho dos dispositivos para armazenamento de energia.

Fonte: Poder360 · 12/10/2026