Conforme noticiado pela Folha Mercado, a combinação entre a época de seca na região amazônica e o fenômeno El Niño tem gerado reflexos diretos na logística de suprimentos. Trechos com limitações à navegação vêm sendo monitorados pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários.

Em razão dos pontos críticos nas vias fluviais, proprietários de navios passaram a despachar menos contêineres a bordo para garantir a travessia. O obstáculo nos rios, por sua vez, elevou a busca pelo transporte de mercadorias pela via aérea, de acordo com o periódico.