Avaliações macroeconômicas de consultores financeiros indicam que o ímpeto gerado pelo setor de inteligência artificial sobre o crescimento econômico dos Estados Unidos pode estar próximo de atingir seu ponto mais alto. Segundo reportou a revista Fortune, analistas da gestora Apollo destacam que a tecnologia ainda não produziu retorno financeiro mensurável ou aumento na produtividade da grande maioria das corporações que não integram o núcleo das grandes companhias de tecnologia.
Por sua vez, o departamento econômico do Goldman Sachs prevê uma desaceleração no ritmo de crescimento desses aportes corporativos, apontando que taxas de juros mais elevadas e custos de combustíveis também impactam negativamente o horizonte. Enquanto persistem projeções de que o investimento possa elevar a produtividade a longo prazo, analistas alertam para riscos de curto prazo associados à reorganização do mercado de trabalho e ao aumento no custo de capital.
