De acordo com a Agência Brasil, a taxa de câmbio encerrou o dia em desvalorização de 1,07%, cotada a R$ 5,349, após atingir a mínima diária de R$ 5,316. O resultado representou um ajuste técnico frente ao salto de mais de 8% ocorrido na sessão anterior decorrente do cenário pós-eleitoral. Em paralelo, o Ibovespa recuou 0,51%, fechando aos 175.710,05 pontos e permanecendo no menor patamar desde agosto.

A movimentação acionária desfavorável foi impulsionada pela queda de 1,20% no petróleo Brent, que fechou em US$ 109,41 por barril e levou as ações da Petrobras a caírem 2%. O ambiente do pregão manteve-se pautado pela cautela dos investidores perante o futuro plano fiscal e a indefinição do próximo titular da Fazenda, muito embora Dario Durigan tenha garantido o compromisso com o centro da meta e o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, tenha citado prontidão para frear eventuais desequilíbrios cambiais.