A Exame informa que a disputa eleitoral de 2026 evidencia caminhos opostos para o relacionamento do Brasil com os Estados Unidos. A linha de Lula prioriza a soberania nacional, o multilateralismo e uma rede diversificada de nações parceiras no comércio. Em contrapartida, Flávio Bolsonaro propõe estreitar laços com o governo norte-americano, buscando liberar mercados e atrair aportes financeiros estrangeiros.
A matéria pontua ainda que a próxima liderança do país enfrentará o desafio de negociar tarifas sobre produtos e o fornecimento de minerais críticos. Outro ponto relevante será a administração simultânea das relações comerciais e diplomáticas com Washington e Pequim.
